Calculadora de INSS 2026
Atualizado em GrátisSem cadastroFórmula à vista
Digite o seu salário e veja quanto o INSS desconta em 2026, faixa por faixa. A calculadora mostra a contribuição, a alíquota efetiva, o que sobra do salário e quanto falta para o teto, e também a conta de quem contribui por conta própria.
Pela tabela progressiva, faixa por faixa.
Acima de R$ 8.475,55 o INSS não aumenta.
Contribuição ao INSS
R$ 368,60
9,22% do salário · sobram R$ 3.631,40
Faixa por faixa
- 7,5% até R$ 1.621,00sobre R$ 1.621,00
- R$ 121,58
- 9% de R$ 1.621,01 a R$ 2.902,84sobre R$ 1.281,84
- R$ 115,37
- 12% de R$ 2.902,85 a R$ 4.354,27sobre R$ 1.097,16
- R$ 131,66
- 14% de R$ 4.354,28 a R$ 8.475,55
- R$ 0,00
O teto
- Teto do salário de contribuiçãoValor da Portaria Interministerial MPS/MF nº 13, de 9 de janeiro de 2026, em vigor desde a competência de janeiro.
- R$ 8.475,55
- Contribuição máxima do mês
- R$ 988,09
- Falta para o teto
- R$ 4.475,55
O INSS do empregado é calculado faixa por faixa, e cada alíquota vale só para a sua faixa.
Desde a Emenda Constitucional 103/2019, a contribuição do empregado, do doméstico e do trabalhador avulso é progressiva: o salário é cortado em faixas, cada faixa tem a sua alíquota, e a contribuição é a soma do que cada faixa dá. Em 2026 as faixas são quatro, de 7,5%, 9%, 12% e 14%, e o salário que passa de R$ 8.475,55 não paga nada a mais. A calculadora faz essa soma para você e mostra o valor de cada faixa.
INSS = 7,5% × 1ª faixa + 9% × 2ª faixa + 12% × 3ª faixa + 14% × 4ª faixa, até o teto
Cinco passos do salário ao desconto
- 1Salário do mêsAté o teto de 2026
- 2Quatro faixasCortadas nos valores da tabela
- 3Uma alíquota por faixa7,5%, 9%, 12% e 14%
- 4Soma das faixasÉ a contribuição
- 5Desconto na folhaO resto é o seu
Quem ganha R$ 4.000 paga R$ 368,60 de INSS, e não 12% do salário inteiro.
São os números com que a calculadora abre, de uma pessoa inventada.
- 7,5% × R$ 1.621,00 = R$ 121,58
- 9% × R$ 1.281,84 = R$ 115,37
- 12% × R$ 1.097,16 = R$ 131,66
- Soma das faixas: R$ 368,60, ou 9,22% do salário
- Salário depois do INSS: R$ 4.000,00 − R$ 368,60 = R$ 3.631,40
Se o INSS fosse 12% sobre tudo, o desconto seria de R$ 480,00. A diferença, de R$ 111,40, é o que a progressão devolve: os 12% só incidem sobre a parte do salário acima de R$ 2.902,84.
Quem ganha R$ 4.000 paga R$ 368,60
7,5% sobre R$ 1.621,00R$ 121,58
9% sobre R$ 1.281,84R$ 115,37
12% sobre R$ 1.097,16R$ 131,66
INSS: R$ 368,60Sobram: R$ 3.631,40
A contribuição para no teto de R$ 8.475,55, e o máximo que o INSS desconta num mês é R$ 988,09.
O teto do salário de contribuição de 2026 é de R$ 8.475,55. Quem ganha esse valor paga R$ 988,09, e quem ganha mais paga a mesma coisa: com R$ 12.000, os R$ 3.524,45 acima do teto ficam de fora, e a contribuição continua em R$ 988,09. Para o salário de R$ 4.000 do exemplo, faltam R$ 4.475,55 para chegar ao teto.
De onde vêm os R$ 988,09 de quem ganha o teto
7,5% até R$ 1.621,00R$ 121,58
R$ 1.621,00 x 7,5%
9% de R$ 1.621,01 a R$ 2.902,84R$ 115,37
R$ 1.281,84 x 9%
12% de R$ 2.902,85 a R$ 4.354,27R$ 174,17
R$ 1.451,43 x 12%
14% de R$ 4.354,28 a R$ 8.475,55R$ 576,98
R$ 4.121,28 x 14%
Máximo: R$ 988,0911,66% do salário
A alíquota efetiva fica sempre abaixo da alíquota da faixa em que o salário está.
A alíquota efetiva é o INSS dividido pelo salário. Ela começa em 7,5%, para quem ganha até R$ 1.621,00, sobe devagar conforme o salário cresce e chega a 11,66% no teto, o máximo possível. Acima do teto ela volta a cair, porque o desconto fica parado e o salário continua subindo: com R$ 12.000, a alíquota efetiva é de 8,23%.
A alíquota efetiva sobe devagar e para no teto
Alíquota efetiva (do total)Alíquota da faixa
O INSS sai primeiro e o valor dele diminui a base de cálculo do imposto de renda.
Na folha de pagamento, o INSS é calculado antes do imposto de renda, e o imposto usa o INSS como dedução. Por isso um salário maior aumenta o INSS e, ao mesmo tempo, reduz um pouco a base do imposto. Para ver o imposto de renda sozinho, use a calculadora de IRRF, e para ver o que cai na conta depois dos dois descontos, use a calculadora de salário líquido.
Quem tem dois empregos soma os salários antes de aplicar a tabela, e o teto vale para a soma.
O INSS informa que, nos vínculos concomitantes, as remunerações são somadas para achar a faixa de cada mês, respeitado o teto. Dois salários de R$ 3.000 pagam R$ 641,51 juntos, e não os R$ 497,20 que a conta separada daria, porque o segundo salário já entra nas faixas mais altas. Para conferir esse caso, digite a soma dos salários na calculadora.
O 13º salário paga INSS em separado, e as férias gozadas também entram na base.
O 13º não é somado ao salário do mês para achar a faixa: a tabela é aplicada a ele em separado, como se fosse um pagamento à parte. As férias gozadas e o terço constitucional pagam INSS, e o abono pecuniário, que é a parte das férias que você vende, não paga. As contas completas estão na calculadora de 13º salário e na calculadora de férias.
O contribuinte individual paga 20% sobre uma base que vai do salário mínimo ao teto.
Quem contribui por conta própria não usa a tabela progressiva: paga 20% do salário de contribuição, que fica entre R$ 1.621,00 e R$ 8.475,55. Com base de R$ 3.000, são R$ 600,00. Quem ganha menos que o mínimo contribui sobre o mínimo, e paga R$ 324,20, e quem ganha o teto ou mais paga R$ 1.695,11. Para calcular esse caso, escolha "Contribuinte individual" na calculadora.
Fontes oficiais
A fórmula desta calculadora está à vista acima e cada dado é um campo que você controla. Todo o cálculo acontece no seu navegador e o que você digita não é guardado nem enviado a nenhum servidor. Os valores de 2026 vêm destas fontes, lidas em outubro de 2026:
- INSS: tabela de contribuição mensal, válida a partir da competência de janeiro de 2026
- Portaria Interministerial MPS/MF nº 13, de 9 de janeiro de 2026: o anexo II e o teto de R$ 8.475,55
- Lei 8.212/1991: o plano de custeio da Previdência Social, arts. 20, 21 e 28
- Emenda Constitucional 103/2019, art. 28: as alíquotas progressivas por faixa
- Decreto 12.797/2025: o salário mínimo de 2026
Perguntas frequentes
- Como se calcula o INSS em 2026?
- Aplica-se cada alíquota só à parte do salário que cai na sua faixa: 7,5% até R$ 1.621,00, 9% até R$ 2.902,84, 12% até R$ 4.354,27 e 14% até o teto de R$ 8.475,55. Depois soma-se tudo. Com salário de R$ 4.000, o INSS é de R$ 368,60.
- Qual é o teto do INSS em 2026?
- O teto do salário de contribuição é de R$ 8.475,55, e a contribuição máxima do empregado é de R$ 988,09 por mês. Quem ganha R$ 12.000 paga os mesmos R$ 988,09, porque os R$ 3.524,45 acima do teto não pagam INSS.
- O INSS desconta 14% de quem ganha mais de R$ 4.354,27?
- Não. Os 14% valem só para a parte do salário entre R$ 4.354,28 e R$ 8.475,55. Com R$ 5.000, por exemplo, o desconto é de R$ 501,51, ou 10% do salário, e não 14%.
- O INSS é descontado antes ou depois do imposto de renda?
- Antes. A empresa calcula o INSS primeiro e depois usa o valor dele como dedução para achar a base do imposto de renda. Por isso, no cálculo do imposto, o INSS reduz a base. Para ver os dois juntos, use a calculadora de salário líquido, e para ver só o imposto, use a calculadora de IRRF.
- Quem ganha um salário mínimo paga quanto de INSS?
- Quem ganha R$ 1.621,00 paga R$ 121,58 por mês, que é 7,5% do salário inteiro, porque todo o valor cai na primeira faixa. O salário mínimo de 2026 é de R$ 1.621,00 (Decreto 12.797/2025).
- Como o INSS é calculado para quem trabalha por conta própria?
- O contribuinte individual paga 20% sobre uma base que fica entre o salário mínimo e o teto. Com base de R$ 3.000, são R$ 600,00. Se o ganho é menor que o mínimo, a base sobe para R$ 1.621,00 e a contribuição é de R$ 324,20. No teto, o máximo é de R$ 1.695,11.
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